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Queda de Cabelo

Qualquer distúrbio que afete o couro cabeludo e os cabelos de um indivíduo, alterando a sua aparência física, pode ter impacto substancial sobre a sua autoestima e a sua personalidade. A perda de cabelos, tanto para homens quanto para mulheres, pode ser localizada ou por toda a cabeça, podendo ocasionar sérias consequências emocionais. É considerada perda fisiológica, quando há queda de até 100 fios por dia.

As causas podem ser genéticas, hormonais, infecciosas, medicamentosas, ou por trauma. Dietas e estresse podem agravar o quadro. Basicamente, a queda de cabelos pode ser classificada em:

1. Alopecia Androgenética (AAG): apesar de ser mais comum em homens, pode ocorrer também nas mulheres.

.: Masculina: manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos com predisposição genética. A calvície pode iniciar ainda na puberdade, quando o hormônio testosterona começa a ser produzido. Em pacientes predispostos, esse hormônio é transformado em DHT, que, agindo diretamente nos folículos pilosos, promove uma diminuição progressiva dos pelos em cada ciclo de crescimento dos cabelos. Esses tornam-se menores e mais finos a cada dia. O padrão de queda é na parte superior e frontal do couro cabeludo, poupando as áreas laterais e a posterior.

.: Feminina: também causada pela predisposição genética, a queda ocorre de forma lenta e progressiva, com padrão difuso, deixando os cabelos cada vez mais rarefeitos. Inicia-se, frequentemente, na menopausa, quando os níveis de Estrógeno diminuem e se instala o período androgênico. Raramente as mulheres ficam calvas como os homens.

.: Variantes podem ocorrer: AAG isolada; AAG + SAHA (seborréia, acne, hirsutismo e alopecia); AAG + SAHA + sinais de virilismo (voz grave, hipertrofia muscular, hipertrofia de clitóris e distúrbios menstruais). Não há restrições na frequência das lavagens, uso de penteados e de tinturas.

2. Alopecia Areata (AA): considerada uma doença auto-imune, de causa desconhecida, é autolimitante: os cabelos quase sempre voltam a crescer, no intervalo de 2 a 6 meses. Nos casos mais severos, a recuperação pode ser apenas parcial, se não for tratado precocemente.

3. Eflúvio Telógeno: distúrbio relativamente comum, afetando predominantemente as mulheres. Ocorre perda difusa de cabelos, subsequente a evento estressante que altera o ciclo capilar normal. Por exemplo: período pós-parto, pós-cirúrgico; após febre alta, suspensão do uso de contraceptivos; estresse físico e emocional súbito. O prognóstico para a recuperação da área afetada é sempre excelente.

Após constatação da queda de cabelo, através do exame clínico, exames laboratoriais devem ser solicitados.

O tempo mínimo de tratamento é de três meses. As medicações usadas podem ser tópicas e/ou sistêmicas. Dentro da Estética existem várias técnicas, como a Carboxiterapia e a Intradermoterapia capilar, em que substâncias são injetadas diretamente no couro cabeludo.

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